quarta-feira, 8 de junho de 2011

Isso é a justiça brasileira

Se há algo ordinário neste país, um câncer que acaba com a esperança do povo, destrói a nação dia após dia. Como um soco na cara quando acabamos de chegar ao cume. Tudo isso e mais um pouco é justiça brasileira. Larápia, covarde, sorve cotidianamente o sangue do povo sofrido, debocha sem escrúpulos do alto de seus salários os injustiçados.

Alimenta a violência com sua desfaçatez e ineficiência. Prega o favorecimento de classes, pautando-se pelo dinheiro, pêndulo deformado em julgamentos escusos. Isso é a justiça brasileira.

Canhestra de moral, desprovida de ética, julga de olhos bem abertos sempre. Sorrateira como uma raposa cevada em nossas galinhas, fazendo escolha nas aves melhores. Pobres penosas sequer merecem o escrutínio de serem as eleitas da noite. Pois ante a esperança da escolha, o descarte já foi feito. Isso é a justiça brasileira.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A moda do Reaça

Excelente artigo escrito por Marcelo Rubens Paiva no Estadão

 Porque será que PM covarde nunca tem nome hein?
Devem enfiar no rabo a identificação....
fotos: Bruno Nogueira 

sexta-feira, 13 de maio de 2011

PM SP fica enfurecida com a verdade

As faixas traziam as seguintes mensagens: “Abolição se faz com justiça e oportunidade e não com violência da PM” e “Crimes de maio: ontem e hoje a PM continua assassinando negros e pobres"




 
 (Fotos: Ayrton Vignola/AE)
Mais uma desenho maravilhoso do Latuff


terça-feira, 10 de maio de 2011

Trabalho escravo continua a todo vapor em são paulo, desta vez é a "grife" collins

DPU ajuíza ação contra Collins por trabalho escravo

Defensoria Pública da União em São Paulo (DPU/SP) exige na Justiça que rede de lojas de moda feminina cheque condições de trabalho de terceirizadas e cobra R$ 300 mil de danos morais coletivos por flagrante de trabalho escravo


Por Bianca Pyl*
A Defensoria Pública da União em São Paulo (DPU/SP) ajuizou ação civil pública contra a empresa de vestuário Collins, envolvida em flagrante de trabalho análogo à escravidão em agosto do ano passado.

Trata-se da primeira ação coletiva apresentada pelo órgão ao Judiciário trabalhista. "Por falta de defensores, não há como atuarmos também na Justiça do Trabalho. Contudo, quando há uma relação com questões de direitos humanos, como é o caso do tráfico internacional e do trabalho escravo, nós atuamos", observa Marcus Vinícius Rodrigues Lima, do Oficio de Direitos Humanos e Tutela Coletiva da DPU/SP, que moveu a ação.

Protocolada na última quarta-feira (4), a ação atribui o crescimento "em progressão geométrica" da rede de lojas de vestuário feminino Collins à "terceirização ilícita" [veja gráfico abaixo com dados sobre a evolução da empresa]. "A empresa fez uso abusivo do poder econômico, utilização de trabalho escravo para aumento de lucro", sustenta Marcus, que confirmou o envio de ofício ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para que os indícios de concorrência desleal sejam apurados.

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